Archive for the ‘Associados’ category

Funcionário da Pifer são beneficiados com o Plano Unimed- Sicomércio

fevereiro 22, 2011

Um dos marcos do dia foi o comunicado de implantação do Plano de Saúde Unimed- Sicomércio na empresa, o que beneficiará todos os colaboradores (e familiares) da Pifer. Apresentação realizada pela equipe Sicomércio junto à direção da empresa.

Para a Diretora Administrativa da empresa, Ana Carolina Campos, a aquisição do Plano Unimed-Sicomércio pela Pifer representa a preocupação e cuidado que a empresa tem com todos os seus funcionários. Além disso, a ação visa estreitar os laços de união entre funcionários e empresa e renovar o sentimento de orgulho de um colaborador Pifer.

Marcos André Rosa Moreira é funcionário da Pifer há cerca de cinco meses. Ele diz que adorou o evento e que o Plano de Saúde Unimed – Sicomércio será de grande ajuda para ele e sua esposa, uma vez que não teriam condições de arcar com as despesas de um plano médico.

O Plano de Saúde Unimed-Sicomércio é totalmente sem carência e de abrangência em municípios circunvizinhos: Areal, Comendador Levy Gasparian, Paraíba do Sul e Sapucaia. Efetivando a contratação do plano pelo Sicomércio, a empresa adquire, gratuitamente o Uniodonto – plano odontológico da Unimed – cujo atendimento é realizado em Três Rios e Paraíba do Sul.

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Sicomércio Três Rios promove ações de prevenção e saúde para funcionários da Pifer

fevereiro 22, 2011

Na manhã do último sábado (19,) o Sicomércio Três Rios, em parceria com a Secretaria de Saúde do município, promoveu mais uma edição do evento “Prevenção e Saúde” – ações que visam conscientizar os funcionários sobre a importância da prevenção de doenças.

Nesta edição, o evento, que beneficiou os colaboradores (e familiares) da Pifer, foi realizado no Clube Caça e Pesca, nas proximidades da sede da empresa.

O “cardápio” de ações do dia contou com os serviços de aferição de pressão arterial, medição de taxas de glicose e colesterol, escovação infantil e aplicação de flúor. Além de espaços para a recreação infantil e orientação sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis – as DST. Atividades realizadas pela equipe do SESC-Rio, parceiro do Sicomércio Três Rios.

Segundo o presidente da Pifer, Otávio Henrique Campus, é muito importante cuidar da saúde de seus funcionários e familiares. Ele ainda complementa dizendo que projetos como os eventos de “Prevenção e Saúde”, são fundamentais para a manutenção desta realidade.

Ao final do evento, foi realizado um sorteio de brindes para os funcionários presentes.

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Palestra sobre moda e qualidade fecha a manhã empresarial no auditório da CDL

fevereiro 22, 2011

Ao final da cerimônia de lançamento do Centro Sul Negócios 2011, o consultor de moda Felipe Rocha ministrou a palestra: Moda , estilo e qualidade.

A apresentação, que abordou aspectos do universo fashion como diversificações de estilos e qualidade, é parte da divulgação do SENAC Rio Fashion Business – evento que visa, entre outros aspectos,  oferecer às micro e pequenas empresas do ramo o acesso aos grandes nomes e marcas do mercado.

A próxima edição do SENAC Rio Fashion Business será realizada entre os dias 22 e 25 de maio, na cidade do Rio de Janeiro.

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Lançamento do Centro Sul Negócios 2011 reúne empresários e autoridades públicas, em Três Rios

fevereiro 22, 2011

Na última sexta-feira, dia 18, aconteceu o lançamento do Centro Sul Negócios 2011 – a maior feira do gênero do centro sul fluminense.

A cerimônia de lançamento, um “Café da Manhã Empresarial”, foi realizada no auditório da CDL e  contou com a participação de empresários da região e de autoridades públicas municipais, incluindo o prefeito Vinícius Farah e o vice José Ricardo.

Durante o discurso de lançamento, o presidente do Sicomércio Três Rios, Julio Cezar Rezende de Freitas, destacou que o Centro Sul é um evento de sucesso desde a sua primeira edição, há onze anos.

Os índices de crescimento da feira, ao longo de mais de uma década, também foi tema de destaque na pauta da solenidade. Em sua primeira edição, no ano de 2001, o Centro Sul Negócios contou com uma participação popular de 5 mil pessoas. Na última edição, em 2010, o número cresceu para 45 mil visitantes.

O volume de negócios realizados do evento também obteve altos níveis de crescimento – passando de R$ 700 mil em 2001, para R$ 12 milhões em 2010. Mesmo fato ocorrido em relação ao número de estandes expostos que ascendeu de 50 em 2001 para 300 em 2010.

Para o presidente do Sicomércio Três Rios, Julio Cezar Rezende de Freitas, o Centro Sul Negócios e o município de Três Rios compartilham um momento de crescimento comum.

Opinião corroborada pelo prefeito de Três Rios, Vinícuis Farah. Em seu discurso, Farah afirmou que “o Centro Sul Negócios é um exemplo, uma fotografia fidedigna, do crescimento da cidade.”

Julio Freitas, presidente do Sicomércio, garantiu que a edição deste ano terá algumas modificações. Entre elas, destaque para a rodada de negócios, que contará com a participação de novas empresas,nunca antes inseridas no evento, como as dos setores de prestação de serviços e fabricação de plásticos.

A praça de alimentação e o espaço cultural também sofrerão algumas modificações, objetivando primordialmente a melhoria da qualidade do atendimento dado ao visitante. No entanto, o “conteúdo” das mudanças foi mantido em sigilo, segundo Julio Freitas, para manter o clima de surpresa.

Durante o evento, foram ofertados espaços para a exposição no Centro Sul Negócios aos empresários que compareceram à solenidade.

A expectativa é que o Centro Sul Negócios 2011 supere os números da edição passada em todos os aspectos, entre eles o número de visitantes e estandes expostas e, evidentemente,  o volume de negócios.

O Centro Sul Negócios 2011 acontecerá entre os dias 13 e 16 de julho, no campo do Entrerriense.

Aqueles que não puderam comparecer à solenidade, mas desejam participar da 11ª edição do Centro Sul Negócios devem procurar a comissão organizadora do evento na sede do Sicomércio , que fica na rua Dr. Rua Prefeito Walter Francklin, nº 165 – Loja 114 – Galeria Central – Centro de Três Rios.

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Número de contratações formais em Três Rios cresceu 200,43% em relação a 2009 – Sicomércio Três Rios

janeiro 25, 2011
O mercado formal de emprego de Três Rios fechou o ano de 2010 com 2.118 novas contratações, o que faz com que o município tenha, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, 22.555 trabalhadores formais. O crescimento do emprego formal no município em 2010 foi de 10,36%%. A indústria de transformação foi o setor que mais gerou vagas, com 789, seguida pelo setor de serviços, o comércio e a construção civil (ver tabela 1).
 
A construção civil registrou o maior crescimento no total de empregos formais no município, com 27,74%, fechando o ano com 1.248 trabalhadores. A indústria de transformação veio a seguir com 15,81% chegando a 5.781 empregados. O comércio fechou o ano com 5.295 empregados, um crescimento de 10,59%. O setor de serviços industriais de utilidade pública teve um crescimento de 10% e fechou 2010 com 44 empregados. O setor de serviços cresceu 7,87% e encerrou 2010 com 7.247 empregados, sendo o setor que mais emprega no município, com 32,13% dos empregos formais. A indústria extrativa mineral terminou 2010 com 448 empregados e um crescimento de 7,43%. Dois setores registraram resultados negativos: a agropecuária, que reduziu o número de empregados formais em 3,38%, e a administração pública, onde foi registrada uma redução de 0,09%. Os setores empregam, respectivamente, 314 e 2.178 empregados.
 
Na comparação com o ano anterior o desempenho do mercado de trabalho de Três Rios foi muito superior. O número de contratações formais cresceu 200,43% em relação às 705 registradas em 2009. Na comparação setorial o resultado impressiona: a construção civil gerou 632 vagas a mais; o comércio 521; a indústria de transformação 422; a indústria extrativa mineral 14 e o setor de serviços industriais de utilidade pública 4. Os desempenhos negativos ficaram por conta do setor de serviços (-170), administração púbica (-2) e agropecuária (-13).
 

 

Fonte: Site Entre-Rios Jornal

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Roupas femininas ganham etiquetas com medidas – Sicomércio Três Rios

janeiro 24, 2011

Etiquetas terão estatura e medidas de ombros, busto, cintura, quadril e pernas

Na hora de comprar roupa, todo mundo sabe: tem que experimentar, experimentar muito. muitas vezes, até a exaustão. A gente olha o número, mas as vezes falta, as vezes sobra.
Aquele tradicional P, M e G, e o 40 que não é 40, o 42 que não é 42. Isso tirando os sapatos. Mas essa numeração pode mudar completamente. A indústria está estudando uma nova etiqueta para as roupas femininas, onde serão detalhadas várias medidas.
Quem é a mulher brasileira? Um metro e oitenta de altura, 50 e poucos quilos, 90 centímetros de busto, 60 de cintura e 90 de quadril: as medidas padrão de modelo internacional, que fazem qualquer roupa ficar deslumbrante, mas que não são as mesmas da grande massa das mulheres do Brasil.
“Eu acho que o brasileiro é uma mistura de tudo, não dá pra caracterizar um padrão realmente. Eu acho que o povo brasileiro tem uma mistura de todas as raças, culturas e por isso que é um povo tão bonito”, conta a assistente de marketing Natascha Thieni.
“A mulher brasileira não é como muitas vitrines mostram, com essas medidas bem fininhas e tal. Mulher brasileira é uma mulher que não é muito gorda, mas também não é magra esquelética, ela tem um corpo ali proporcional, eu acho”, diz a vice-diretora de escola Cassiana de Jesus Barbosa.
Na busca pela roupa ideal, a mulher chega ao provador carregada e demora pra escolher.
“Pra mim, varia de 36 ao 40, então eu tenho bastante trabalho. Depende, cada marca é um número”, explica a publicitária Angela Ustulin.
Com a falta de padronização no mercado, achar o tamanho certo, muitas vezes, demanda tempo e paciência. Para facilitar o lado de quem compra e até de quem vende, a indústria do vestuário começa a discutir mudanças nas roupas femininas. A idéia é substituir a numeração nas etiquetas pelas medidas das roupas e oferecer também uma variedade maior de tamanhos.
“Vai ser importante pro vendedor, pro lojista e pra nós da indústria, que nos vamos sabendo ao longo do tempo qual é realmente o tamanho do povo brasileiro, aquele que vende mais”, explica o presidente da Abravest, Roberto Chadad.
“Tem umas coisas no quadril dá certo, na cintura sobra ou falta e muitas vezes, o que mais dá trabalho para gente de ajuste seria a barra”, conta a gerente de loja Claudia Magalhaes.
“Na altura, no comprimento, sempre precisa ajustar alguma coisa”, conta uma mulher.
As novas etiquetas deverão trazer estatura e medidas de ombros, busto, cintura, quadril e pernas, semelhante ao modelo usado nos Estados Unidos, que permite escolher as roupas sem experimentar e viabiliza até a venda pela internet, um serviço que aqui, de acordo com a Abravest, ainda não funciona.
“É com o objetivo final de melhorar as vendas, agilizar as vendas e dar ao consumidor a satisfação pessoal que ele sempre queria ter quando da compra da roupa e às vezes, ele fica prejudicado, porque leva um produto inadequado e fica insatisfeito”, afirma Roberto Chadad.
“Fica bem mais fácil, se você tiver as suas medidas, não precisa ficar provando muito. Você já vai checando ali e não perde tanto tempo”, diz uma mulher.
“Se você sabe sua medida, você vai lá e já pega na medida certa”, diz outra mulher.
A expectativa da Associação Brasileira do Vestuário é que até o final do semestre as novas regras para a padronização das roupas femininas já tenham sido definidas. Agora, o que seria bom mesmo é se cada loja de roupa, principalmente de roupa feminina, tivesse uma costureira de plantão para fazer todos os ajustes na hora, principalmente na barra e na cintura.

 Na hora de comprar roupa, todo mundo sabe: tem que experimentar, experimentar muito. muitas vezes, até a exaustão. A gente olha o número, mas as vezes falta, as vezes sobra.

Aquele tradicional P, M e G, e o 40 que não é 40, o 42 que não é 42. Isso tirando os sapatos. Mas essa numeração pode mudar completamente. A indústria está estudando uma nova etiqueta para as roupas femininas, onde serão detalhadas várias medidas.

Quem é a mulher brasileira? Um metro e oitenta de altura, 50 e poucos quilos, 90 centímetros de busto, 60 de cintura e 90 de quadril: as medidas padrão de modelo internacional, que fazem qualquer roupa ficar deslumbrante, mas que não são as mesmas da grande massa das mulheres do Brasil.

“Eu acho que o brasileiro é uma mistura de tudo, não dá pra caracterizar um padrão realmente. Eu acho que o povo brasileiro tem uma mistura de todas as raças, culturas e por isso que é um povo tão bonito”, conta a assistente de marketing Natascha Thieni.

“A mulher brasileira não é como muitas vitrines mostram, com essas medidas bem fininhas e tal. Mulher brasileira é uma mulher que não é muito gorda, mas também não é magra esquelética, ela tem um corpo ali proporcional, eu acho”, diz a vice-diretora de escola Cassiana de Jesus Barbosa.

Na busca pela roupa ideal, a mulher chega ao provador carregada e demora pra escolher.

“Pra mim, varia de 36 ao 40, então eu tenho bastante trabalho. Depende, cada marca é um número”, explica a publicitária Angela Ustulin.

Com a falta de padronização no mercado, achar o tamanho certo, muitas vezes, demanda tempo e paciência. Para facilitar o lado de quem compra e até de quem vende, a indústria do vestuário começa a discutir mudanças nas roupas femininas. A idéia é substituir a numeração nas etiquetas pelas medidas das roupas e oferecer também uma variedade maior de tamanhos.

“Vai ser importante pro vendedor, pro lojista e pra nós da indústria, que nos vamos sabendo ao longo do tempo qual é realmente o tamanho do povo brasileiro, aquele que vende mais”, explica o presidente da Abravest, Roberto Chadad.

“Tem umas coisas no quadril dá certo, na cintura sobra ou falta e muitas vezes, o que mais dá trabalho para gente de ajuste seria a barra”, conta a gerente de loja Claudia Magalhaes.

“Na altura, no comprimento, sempre precisa ajustar alguma coisa”, conta uma mulher.

As novas etiquetas deverão trazer estatura e medidas de ombros, busto, cintura, quadril e pernas, semelhante ao modelo usado nos Estados Unidos, que permite escolher as roupas sem experimentar e viabiliza até a venda pela internet, um serviço que aqui, de acordo com a Abravest, ainda não funciona.

“É com o objetivo final de melhorar as vendas, agilizar as vendas e dar ao consumidor a satisfação pessoal que ele sempre queria ter quando da compra da roupa e às vezes, ele fica prejudicado, porque leva um produto inadequado e fica insatisfeito”, afirma Roberto Chadad.

“Fica bem mais fácil, se você tiver as suas medidas, não precisa ficar provando muito. Você já vai checando ali e não perde tanto tempo”, diz uma mulher.

“Se você sabe sua medida, você vai lá e já pega na medida certa”, diz outra mulher.

A expectativa da Associação Brasileira do Vestuário é que até o final do semestre as novas regras para a padronização das roupas femininas já tenham sido definidas. Agora, o que seria bom mesmo é se cada loja de roupa, principalmente de roupa feminina, tivesse uma costureira de plantão para fazer todos os ajustes na hora, principalmente na barra e na cintura.

 

 
Fonte: Portal G1

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Trocar produtos sem defeito é obrigação do fornecedor? – Sicomércio Três Rios

janeiro 13, 2011

O Núcleo jurídico da Fecomércio-RJ presta esclarecimentos após solicitação do Sicomércio Três Rios sobre as normas de troca para produtos que não apresentam nenhum defeito ou vício.

De acordo com a lei, a empresa não é obrigada a trocar um produto que não possua defeito, porém é costume trocar um produto qe não agrade al cliente por algum motivo.

Para obter todas as informações sobre este procedimento clique aqui e veja esta nota técnica e não tenha mais duvidas.

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