Posted tagged ‘comércio varejista’

Sicomércio Três Rios promove ações de prevenção e saúde para funcionários da Pifer

fevereiro 22, 2011

Na manhã do último sábado (19,) o Sicomércio Três Rios, em parceria com a Secretaria de Saúde do município, promoveu mais uma edição do evento “Prevenção e Saúde” – ações que visam conscientizar os funcionários sobre a importância da prevenção de doenças.

Nesta edição, o evento, que beneficiou os colaboradores (e familiares) da Pifer, foi realizado no Clube Caça e Pesca, nas proximidades da sede da empresa.

O “cardápio” de ações do dia contou com os serviços de aferição de pressão arterial, medição de taxas de glicose e colesterol, escovação infantil e aplicação de flúor. Além de espaços para a recreação infantil e orientação sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis – as DST. Atividades realizadas pela equipe do SESC-Rio, parceiro do Sicomércio Três Rios.

Segundo o presidente da Pifer, Otávio Henrique Campus, é muito importante cuidar da saúde de seus funcionários e familiares. Ele ainda complementa dizendo que projetos como os eventos de “Prevenção e Saúde”, são fundamentais para a manutenção desta realidade.

Ao final do evento, foi realizado um sorteio de brindes para os funcionários presentes.

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Indústria pagou o maior salário entre as ocupações que mais contrataram em Três Rios no ano de 2010 – Sicomércio três Rios

janeiro 28, 2011
As três ocupações que mais contrataram em 2010 em Três Rios foram a de alimentador de linha de produção, com 422 vagas, de servente de obras, com 161 vagas, e a de auxiliar de lavanderia, com 150 vagas. O resultado mostra o crescimento da indústria, a recuperação da construção civil e a estabilidade do setor de serviços.
 
As dez ocupações que mais contrataram responderam por 1.423 vagas naquele que foi o melhor ano em quase duas décadas para o mercado formal de empregos de Três Rios. Outra boa notícia é que o chamado primeiro emprego, que representa a entrada do jovem no mercado de trabalho, respondeu por 47,5% das vagas. O setor que lidera o número de ocupações que mais geraram vagas em 2010: entre as dez primeiras cinco são da indústria de transformação, três do setor de serviços, um da construção civil e um do comércio. A indústria se destaca ainda por ocupar o topo da lista entre os maiores salários, com R$ 1.040,80 para soldador. Um setor da indústria chama a atenção: o de confecção, com duas ocupações entre as dez que mais contrataram no ano.
 
Um sinal de alerta deve ser observado pelas autoridades municipais: a taxa de rotatividade no mercado de trabalho, considerando as dez ocupações que mais empregaram, foi de 71%, extremamente alta, o que mostra a dificuldade do trabalhador de manter no emprego. Chama a atenção, também, entre os dados de desligamentos, que 57,8% das demissões foram sem justa causa. As demissões com justa causa representaram apenas 1,6% das demissões sem justa causa.
 
Veja a tabela com os dados das dez ocupações que mais empregaram em Três Rios em 2010.
 

Fonte: Entre-Rios Jornal

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Confiança do consumidor fica praticamente estável em janeiro – Sicomércio Três Rios

janeiro 27, 2011

SÃO PAULO – Com recuo de 0,1%, a confiança do consumidor ficou praticamente estável entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, registrando 121,6 pontos, contra 121,7 apurados um mês antes, de acordo com dados do ICC (Índice de Confiança do Consumidor), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado nesta quinta-feira (27).

 

No período, segundo a pesquisa, o Índice de Situação Atual reduziu-se 1,4%, ao passar de 146,2 pontos para 144,2 pontos. O Índice de Expectativas, por outro lado, apresentou avanço no período, de 0,7%, ao sair de 108,9 pontos para 109,7 pontos.

 

Situação atual

O indicador que avalia a satisfação dos consumidores com o estado geral da economia no momento foi o que mais influenciou na resultado do ICC em janeiro.

 

Os números mostram que houve aumento na parcela dos avaliam a situação atual como boa, de 35,5% para 35,6%. Por outro lado, elevou-se também a parcela dos consumidores que acreditam que a situação atual está ruim, de 15,4% para 19,3%.

 

Sobre a pesquisa

A Sondagem de Expectativas do Consumidor leva em consideração os seguintes quesitos: situação econômica do País, da família, do orçamento doméstico, do grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor.

 

O levantamento foi realizado entre os dias 03 e 21 de janeiro em mais de dois mil domicílios nas sete principais capitais brasileiras.

Fonte: Site Uol

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Prorrogado o prazo para entrega de declaração do Empreendedor Individual – Sicomércio Três Rios

janeiro 25, 2011

Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSIM) ampliou de 31 de janeiro para o último dia de fevereiro de cada ano o prazo para o Empreendedor Individual entregar a Declaração anual do Simples Nacional. O Comitê também prorrogou alguns prazos de pagamento de tributos do Simples Nacional para empreendedores dos municípios do Rio de Janeiro recentemente atingidos por enchentes e deslizamentos de terras.

As duas decisões foram aprovadas nesta semana e divulgadas nesta terça-feira (18). A ampliação do prazo para entrega da declaração anual de receita do Empreendedor Individual está na Resolução n° 81/10. Conforme o secretário executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, a decisão beneficia os empreendedores seguindo a tendência verificada na Receita de entrega de declarações num prazo médio de dois meses.

Até agora, segundo o secretário, de mais de 809 mil empreendedores individuais, apenas 60 mil entregaram a declaração. E lembra que a apresentação dessa declaração é indispensável para a emissão do carnê de pagamento da taxa fixa mensal do empreendedor individual. “A não apresentação sujeita o contribuinte a multa cujo valor mínimo é de R$ 50,00”, alerta.

Ajuste

A Resolução número 81 também atualizou, a partir do novo salário mínimo de R$540,00, os valores fixos mensais pagos pelos empreendedores individuais que ficam assim: R$ 59,40 para a Previdência Social, R$ 1 de ICMS ( para indústria e comércio) e R$ 5,00 de ISS, para o setor de serviços.

Simples Nacional

A prorrogação de prazos para pagamento de tributos do Simples Nacional relativos a municípios do Rio de Janeiro está na Resolução nº 82/10. A medida abrange os seguintes municípios de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis.

Nesses municípios o pagamento dos tributos do Simples Nacional ficam assim: Pagamento referente a dezembro de 2010 com vencimento em 20 de janeiro de 2011, o prazo fica para o dia 29 de julho de 2011. Pagamento referente a janeiro de 2011, com vencimento em 20 de fevereiro de 2011, o prazo fica para o dia 31 de agosto também de 2011. Pagamento referente a fevereiro de 2011, com vencimento em 20 de março de 2011, o prazo foi ampliado para o dia 30 de setembro de 2011.

A orientação do CGSIM é que os contribuintes desses municípios gerem o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) referente a dezembro de 2010 só depois da atualização do aplicativo PGDAS que já trará as novas datas de vencimento. A previsão é que esse aplicativo esteja pronto “nos próximos dias”.

Fonte: Site Sebrae/RJ

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Número de contratações formais em Três Rios cresceu 200,43% em relação a 2009 – Sicomércio Três Rios

janeiro 25, 2011
O mercado formal de emprego de Três Rios fechou o ano de 2010 com 2.118 novas contratações, o que faz com que o município tenha, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, 22.555 trabalhadores formais. O crescimento do emprego formal no município em 2010 foi de 10,36%%. A indústria de transformação foi o setor que mais gerou vagas, com 789, seguida pelo setor de serviços, o comércio e a construção civil (ver tabela 1).
 
A construção civil registrou o maior crescimento no total de empregos formais no município, com 27,74%, fechando o ano com 1.248 trabalhadores. A indústria de transformação veio a seguir com 15,81% chegando a 5.781 empregados. O comércio fechou o ano com 5.295 empregados, um crescimento de 10,59%. O setor de serviços industriais de utilidade pública teve um crescimento de 10% e fechou 2010 com 44 empregados. O setor de serviços cresceu 7,87% e encerrou 2010 com 7.247 empregados, sendo o setor que mais emprega no município, com 32,13% dos empregos formais. A indústria extrativa mineral terminou 2010 com 448 empregados e um crescimento de 7,43%. Dois setores registraram resultados negativos: a agropecuária, que reduziu o número de empregados formais em 3,38%, e a administração pública, onde foi registrada uma redução de 0,09%. Os setores empregam, respectivamente, 314 e 2.178 empregados.
 
Na comparação com o ano anterior o desempenho do mercado de trabalho de Três Rios foi muito superior. O número de contratações formais cresceu 200,43% em relação às 705 registradas em 2009. Na comparação setorial o resultado impressiona: a construção civil gerou 632 vagas a mais; o comércio 521; a indústria de transformação 422; a indústria extrativa mineral 14 e o setor de serviços industriais de utilidade pública 4. Os desempenhos negativos ficaram por conta do setor de serviços (-170), administração púbica (-2) e agropecuária (-13).
 

 

Fonte: Site Entre-Rios Jornal

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Roupas femininas ganham etiquetas com medidas – Sicomércio Três Rios

janeiro 24, 2011

Etiquetas terão estatura e medidas de ombros, busto, cintura, quadril e pernas

Na hora de comprar roupa, todo mundo sabe: tem que experimentar, experimentar muito. muitas vezes, até a exaustão. A gente olha o número, mas as vezes falta, as vezes sobra.
Aquele tradicional P, M e G, e o 40 que não é 40, o 42 que não é 42. Isso tirando os sapatos. Mas essa numeração pode mudar completamente. A indústria está estudando uma nova etiqueta para as roupas femininas, onde serão detalhadas várias medidas.
Quem é a mulher brasileira? Um metro e oitenta de altura, 50 e poucos quilos, 90 centímetros de busto, 60 de cintura e 90 de quadril: as medidas padrão de modelo internacional, que fazem qualquer roupa ficar deslumbrante, mas que não são as mesmas da grande massa das mulheres do Brasil.
“Eu acho que o brasileiro é uma mistura de tudo, não dá pra caracterizar um padrão realmente. Eu acho que o povo brasileiro tem uma mistura de todas as raças, culturas e por isso que é um povo tão bonito”, conta a assistente de marketing Natascha Thieni.
“A mulher brasileira não é como muitas vitrines mostram, com essas medidas bem fininhas e tal. Mulher brasileira é uma mulher que não é muito gorda, mas também não é magra esquelética, ela tem um corpo ali proporcional, eu acho”, diz a vice-diretora de escola Cassiana de Jesus Barbosa.
Na busca pela roupa ideal, a mulher chega ao provador carregada e demora pra escolher.
“Pra mim, varia de 36 ao 40, então eu tenho bastante trabalho. Depende, cada marca é um número”, explica a publicitária Angela Ustulin.
Com a falta de padronização no mercado, achar o tamanho certo, muitas vezes, demanda tempo e paciência. Para facilitar o lado de quem compra e até de quem vende, a indústria do vestuário começa a discutir mudanças nas roupas femininas. A idéia é substituir a numeração nas etiquetas pelas medidas das roupas e oferecer também uma variedade maior de tamanhos.
“Vai ser importante pro vendedor, pro lojista e pra nós da indústria, que nos vamos sabendo ao longo do tempo qual é realmente o tamanho do povo brasileiro, aquele que vende mais”, explica o presidente da Abravest, Roberto Chadad.
“Tem umas coisas no quadril dá certo, na cintura sobra ou falta e muitas vezes, o que mais dá trabalho para gente de ajuste seria a barra”, conta a gerente de loja Claudia Magalhaes.
“Na altura, no comprimento, sempre precisa ajustar alguma coisa”, conta uma mulher.
As novas etiquetas deverão trazer estatura e medidas de ombros, busto, cintura, quadril e pernas, semelhante ao modelo usado nos Estados Unidos, que permite escolher as roupas sem experimentar e viabiliza até a venda pela internet, um serviço que aqui, de acordo com a Abravest, ainda não funciona.
“É com o objetivo final de melhorar as vendas, agilizar as vendas e dar ao consumidor a satisfação pessoal que ele sempre queria ter quando da compra da roupa e às vezes, ele fica prejudicado, porque leva um produto inadequado e fica insatisfeito”, afirma Roberto Chadad.
“Fica bem mais fácil, se você tiver as suas medidas, não precisa ficar provando muito. Você já vai checando ali e não perde tanto tempo”, diz uma mulher.
“Se você sabe sua medida, você vai lá e já pega na medida certa”, diz outra mulher.
A expectativa da Associação Brasileira do Vestuário é que até o final do semestre as novas regras para a padronização das roupas femininas já tenham sido definidas. Agora, o que seria bom mesmo é se cada loja de roupa, principalmente de roupa feminina, tivesse uma costureira de plantão para fazer todos os ajustes na hora, principalmente na barra e na cintura.

 Na hora de comprar roupa, todo mundo sabe: tem que experimentar, experimentar muito. muitas vezes, até a exaustão. A gente olha o número, mas as vezes falta, as vezes sobra.

Aquele tradicional P, M e G, e o 40 que não é 40, o 42 que não é 42. Isso tirando os sapatos. Mas essa numeração pode mudar completamente. A indústria está estudando uma nova etiqueta para as roupas femininas, onde serão detalhadas várias medidas.

Quem é a mulher brasileira? Um metro e oitenta de altura, 50 e poucos quilos, 90 centímetros de busto, 60 de cintura e 90 de quadril: as medidas padrão de modelo internacional, que fazem qualquer roupa ficar deslumbrante, mas que não são as mesmas da grande massa das mulheres do Brasil.

“Eu acho que o brasileiro é uma mistura de tudo, não dá pra caracterizar um padrão realmente. Eu acho que o povo brasileiro tem uma mistura de todas as raças, culturas e por isso que é um povo tão bonito”, conta a assistente de marketing Natascha Thieni.

“A mulher brasileira não é como muitas vitrines mostram, com essas medidas bem fininhas e tal. Mulher brasileira é uma mulher que não é muito gorda, mas também não é magra esquelética, ela tem um corpo ali proporcional, eu acho”, diz a vice-diretora de escola Cassiana de Jesus Barbosa.

Na busca pela roupa ideal, a mulher chega ao provador carregada e demora pra escolher.

“Pra mim, varia de 36 ao 40, então eu tenho bastante trabalho. Depende, cada marca é um número”, explica a publicitária Angela Ustulin.

Com a falta de padronização no mercado, achar o tamanho certo, muitas vezes, demanda tempo e paciência. Para facilitar o lado de quem compra e até de quem vende, a indústria do vestuário começa a discutir mudanças nas roupas femininas. A idéia é substituir a numeração nas etiquetas pelas medidas das roupas e oferecer também uma variedade maior de tamanhos.

“Vai ser importante pro vendedor, pro lojista e pra nós da indústria, que nos vamos sabendo ao longo do tempo qual é realmente o tamanho do povo brasileiro, aquele que vende mais”, explica o presidente da Abravest, Roberto Chadad.

“Tem umas coisas no quadril dá certo, na cintura sobra ou falta e muitas vezes, o que mais dá trabalho para gente de ajuste seria a barra”, conta a gerente de loja Claudia Magalhaes.

“Na altura, no comprimento, sempre precisa ajustar alguma coisa”, conta uma mulher.

As novas etiquetas deverão trazer estatura e medidas de ombros, busto, cintura, quadril e pernas, semelhante ao modelo usado nos Estados Unidos, que permite escolher as roupas sem experimentar e viabiliza até a venda pela internet, um serviço que aqui, de acordo com a Abravest, ainda não funciona.

“É com o objetivo final de melhorar as vendas, agilizar as vendas e dar ao consumidor a satisfação pessoal que ele sempre queria ter quando da compra da roupa e às vezes, ele fica prejudicado, porque leva um produto inadequado e fica insatisfeito”, afirma Roberto Chadad.

“Fica bem mais fácil, se você tiver as suas medidas, não precisa ficar provando muito. Você já vai checando ali e não perde tanto tempo”, diz uma mulher.

“Se você sabe sua medida, você vai lá e já pega na medida certa”, diz outra mulher.

A expectativa da Associação Brasileira do Vestuário é que até o final do semestre as novas regras para a padronização das roupas femininas já tenham sido definidas. Agora, o que seria bom mesmo é se cada loja de roupa, principalmente de roupa feminina, tivesse uma costureira de plantão para fazer todos os ajustes na hora, principalmente na barra e na cintura.

 

 
Fonte: Portal G1

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Marcas próprias crescem, mas ainda enfrentam resistência – Sicomércio Três Rios

janeiro 21, 2011

O aumento do valor faturado com a venda de marcas próprias foi de 21%

De acordo com uma pesquisa da Nielsen, o aumento do valor faturado com a venda de marcas próprias foi de 21% no primeiro semestre do ano passado, comparado com mesmo período em 2009. O estudo, realizado com 331 empresas de varejo mostra que, nas categorias em que estão representadas, as marcas próprias corresponderam a 4,8% do faturamento de janeiro a junho de 2010.

Mesmo em crescimento, a presença de produtos de marca própria no carrinho dos consumidores ainda é pequena no País. Um levantamento feito pela Kantar Worldpanel para a Abmapro (Associação Brasileira de Marcas Próprias) revelou que um em cada três brasileiro nunca adquiriu um item de marca própria.

A falta de conhecimento dos produtos foi a razão dada por 48% dos entrevistados para não comprar itens de marca própria. Já 31% alegaram que os locais onde realizam compra não possuem tais itens, enquanto 9% disseram que a diferença de preço e a qualidade influenciam na decisão.

Dentre os itens de marcas próprias que despertam o interesse do consumidor estão os panetones (38,6% do volume da categoria), derivados de tomate (32%), envoltórios de alimentos (30%), guardanapos de papel (27,7%) e pão de queijo (27,7%).

Fonte: Site Cndl

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